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domingo, 17 de abril de 2011

Ainda Existe Esperança



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A Esperança dos Séculos: Jesus não veio ao mundo por acaso, tampouco num momento qualquer da história. Veio “quando chegou o tempo certo”. Conheça a profecia que se cumpriu integralmente em sua vida.









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Durante longos séculos, o povo esperou a chegada do Messias e Reden­tor prometido. Todas as famílias hebréias acalentavam a esperança de que em seu meio nascesse o Filho da promessa. Finalmente, ele nasceu na humilde al­deia de Belém, numa estrebaria rústica e malcheirosa, tendo apenas a compa­nhia dos animais.
Não havia ninguém ali para Lhe dar as boas-vindas, ou para acompanhar os solitários pais. Nenhum amigo, nenhum parente, nenhuma pessoa solidária, ne­nhum comunicador para espalhar a notícia! E, e se alguém ficou sabendo do nas­cimento, deve ter pensado que se tratava de mais um menino na face da Terra. Mas, pior ainda, quando o rei Herodes percebeu que podia se tratar do Messias prometido, fez o que pôde para destruí-Lo. “Mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores” (Mateus 2:16).
Jesus não veio ao mundo por acaso, tampouco num momento qualquer da história. Veio quando chegou o tempo certo (Gálatas 4:4, NTLH), quando o re­lógio divino marcou a hora precisa, segundo os sábios e eternos planos do Altís­simo. Alguém pode achar que Jesus demorou muito para chegar. Porém, Deus estava (e está) no controle do tempo e dos acontecimentos. A escritora Ellen White comenta: “Como as estrelas no vasto circuito de sua indicada órbita, os desígnios de Deus não conhecem adiantamento nem tardança.”[1]
Jesus nasceu no momento em que o mundo estava preparado para a chegada do Salvador. As nações estavam unidas num mesmo governo e se falava vasta­mente o grego em quase toda a extensão do império. Os romanos haviam esta­belecido um complexo sistema de caminhos que permitia viajar com muito mais facilidade, e o sistema de correios estabelecido por eles acelerava as comunicações.
Havia uma espécie de globalização, processo que teve início quando Alexandre Magno procurou “unir toda a humanidade sob uma mesma civilização de tona­lidade notadamente grega”,[2] resultando no helenismo.
Por sua vez, as religiões de mistério haviam perdido grande parte de seu es­plendor, e os homens se encontravam cansados de cerimônias e fábulas. Depois de tantos séculos de trevas, o desejo pela luz era evidente. As pessoas anelavam algo novo e estavam preparadas para receber o Salvador. O mal tinha atingido o clímax no planeta, e era hora de Deus fazer uma intervenção espiritual, mos­trando um novo horizonte para a humanidade.
Como os judeus estivessem espalhados, a expectativa da vinda do Mes­sias era, até certo ponto, conhecida e partilhada por pessoas de várias nações. Afinal, a própria Bíblia hebraica estava traduzida para o grego (Septuaginta). Isso era importante porque o plano de Deus era alcançar o mundo com as boas- novas da chegada do Salvador. Finalmente, as condições para a divulgação do evangelho haviam se tornado mais favoráveis, e Deus achou que esse era o mo­mento ideal para o nascimento de Jesus.
O historiador Justo Gonzalez comenta: “A ‘plenitude do tempo’ não quer di­zer que o mundo estivesse pronto a se tornar cristão, como uma fruta madura pronta para cair da árvore, mas que, nos desígnios inescrutáveis de Deus, havia chegado o momento de enviar Seu Filho ao mundo para sofrer morte de cruz, e de espalhar os discípulos pelo mundo, a fim de que eles também dessem tes­temunho custoso de sua fé no Crucificado.”

domingo, 18 de abril de 2010

PEDREIRO ASSASSINO DE JOVENS EM GO É ENCONTRADO MORTO

O pedreiro Adimar da Silva, preso em Goiás pelo assassinato de seis jovens em Luziânia (GO), foi encontrado morto na cela na manhã deste domingo (18). Ele estava preso em uma cela isolada no Denarc de Goiânia. Ele estava preso desde o dia 10 de abril, quando confessou ter matado seis jovens que estavam desaparecidos desde dezembro de 2009. O pedreiro ainda indicou à polícia onde os corpos das vítimas estavam escondidos. Silva já cumpria pena de dez anos e dez meses por atentado violento ao pudor. Ele passou quatro anos em regime fechado e, em dezembro, passou para o regime semiaberto, mesmo mês em que os desaparecimentos tiveram início. Segundo Norton Luiz Ferreira, delegado chefe de comunicação da Polícia Civil de Goiás, Adimar foi encontrado enforcado com uma tira do forro do colchão da cela por volta das 12h30. De acordo com a polícia, ele teria cometido suicídio. Na manhã deste domingo ele teria conversado normalmente com os onze presos da cela ao lado, segundo a polícia. "Durante a conversa ele repetiu o depoimento que deu aos delegados e contou como matou os meninos", disse Ferreira.
Segundo a polícia, os vizinhos de cela teriam ouvido um barulho de rasgo de tecidos na tarde deste sábado.
Liberdade questionada
O benefício da liberdade provisória concedido ao pedreiro foi questionado após a descoberta das mortes em Luziânia. Documentos anexados ao processo que devolveu Silva às ruas revelam que a Justiça tinha laudos psicológicos que identificaram “sinais de sadismo” e “de transtornos psicopatológicos” em um exame criminológico realizado um ano e sete meses antes da sua libertação. A Justiça também foi alertada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) a implementar “fiscalização sistemática” sobre Adimar no dia 14 de janeiro deste ano, quando três dos seis jovens já haviam desaparecido.
No pedido, a promotora Maria José Miranda Pereira sustentou que a vigilância constante da Justiça sobre Adimar poderia “salvar a dignidade sexual de muitas crianças”. A promotora ainda utilizou um argumento direto para justificar sua preocupação sobre a conduta do pedreiro: “Não existe ex-estuprador. Considerando-se que não existe ex-estuprador e, diante da extrema gravidade dos ignóbeis crimes pelo sentenciado cometidos, requeiro seja expedido mandados para fiscalização sistemática e reiterada”, solicitou Maria José. O pedido da promotora foi escrito de próprio punho atrás de um dos “Mandados de Constatação na Residência” ordenados pela Justiça em 7 de janeiro deste ano, para que um oficial fosse até a residência de Adimar para constatar se ele cumpria as determinações judiciais “de recolher-se à sua residência diariamente, até 21h, e nos dias de folga e feriados”.

Fonte:
Érica Polo Do G1, em São Paulo